When I was a kid I used to pray every night for a new bicycle.
Then I realised God doesn’t work that way, so I stole

one and prayed for forgiveness.

 

 

 

- Emo Philips

http://www.banksy.co.uk/

 



Escrito por Ana Carolina às 10h04
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Faz tanto tempo que não escrevo sobre amor... Eu já nem sei como é que se faz!

É que hoje quando peguei o elevador escutei uma melodia doce e até melosa ser jogada aos meus ouvidos, eu não tinha opção senão ouvir-la, já que a bateria do mp4 tinha acabado.

Aconteceu de novo! Lembrei-me, relutante e inevitável, dos beijos que trocávamos e de tudo, tudo, tudo.

Afinal, música brega só serve pra isso... quebrar o coração dagente!

Daí eu comecei a pensar sobre minhas atitudes, e relembrar como eu me sentia....

É porque tenho tentado esconder de mim mesmo a dor.

Eu sei que você ainda está aqui, como um espinho nascido invertido que lastima a suavidade de uma flor, que agora murcha pouco a pouco.

Sei o quanto é clichê esse tal romance, mas parece que não tem outro jeito...

Eu gosto de verdade de você.

Passaram-se 10 meses desde a última vez que nos vimos, já há meses não me escreve, não liga, nem acontece nada... nada...

Depois de tanto tempo você foi a única pessoa que me deixou down. Eu fico pensando e pensando no poder que suas atitudes tem sobre mim, e ainda mais poder tem aquelas atitudes que você não toma.

Desde quando eu fui tão vulnerável assim!?

Eu fiquei toda confusa! Não tem jeito! Eu não sei nem me apaixonar!

Burra! Burra! Burra! que sentimento maldito foi esse que resolvi revelar!

"Devia ter descido pelas escadas!"

É uma droga saber que você existe .

É uma droga lembrar de tudo que passamos juntos e quase morrer de saudade,

É uma droga quando o tempo passa e as sementes vão brotando mais e mais dor.

É uma droga musiquinha de elevador!

 Ana Carolina Grignet Serafim.



Escrito por Ana Carolina às 01h30
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Quinta - feira, 17 abril de 2008. São Paulo.

"Encontrar -te –se –nos."

Na parada de ônibus, protegia-me das gotas de água que desde lá, fundo no firmamento, vinham a me castigar.

Fechei o casaco, com uma das mãos no bolso e a outra segurando forte a alça da mala que carregava. Pressionava o maxilar de tanto frio.

Mirando fixamente, o olhar concentrado, no esticar da rua que se estendia verticalmente por um longo quarteirão, e que por culpa de uma curva urbana desaparecia tudo ao fim de um corredor de prédios, casas, bancas e lojas.

 

Esse negócio de desaparecer tudo ao fim do que me alcançava a vista fazia surgir um suspense. Suspense esse que existia naquela curva, bem ali, onde tudo desaparecia do meu campo de visão e onde ônibus, carros e táxis apareciam.

O suspense era: - E o meu ônibus? Vinha ou não vinha?

 

Eu me desesperava, cada vez mais, a medida que o tempo ia passando, passando, passando, passando...

A velha que estava em pé no ponto, e parecia caduca de tanto esperar, me informou que o Vila Santana acabara de passar.

 

- Passou?

- Passou! E logo depois te vi chegar.

 

O próximo só passaria dali a 24 minutos.

Eu tinha 24 minutos para esperar...

TORTURA! - pensei.

Era a idéia tão aterrorizante quanto um eterno gotejar na cuca.

“plec...plec...plec...” as gotas me enlouquecem de maneira que certo momento não mais as escuto, tudo o que escuto é o engasgar do ralo.

Meu cérebro é o ralo e aquele maldito ônibus é a gota. A gota que eu não escuto, e engasgo no embaraço de um histérico esperar e no suspense de que chegará ou não chegará.

 

- Maldito ônibus!

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...

24 minutos...24 minutos...24 minutos...24 minutos... 24 minutos... 24 minutos... 24 minutos.

[Ana Carolina Grignet]



Escrito por Ana Carolina às 12h01
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*  Eu sonho que sou grande.*

 

    Acorda uma criança emburrada, ouviu dizer que sonha demais.

    “Sonhos são faz de conta, mais leves que o ar.”

    Todos aparentam saber disso, menos ela.

    Sonhos que as mãos, ainda que com seus dedos longos esticados ao céu, não hão de  alcançar.

    Estica os pés como uma bailarina, desta vez mais esperançosa, no entanto ainda está distante.

    Ainda que empilhe livros e se equilibre encima.

Tão distante.

 

    Ainda que chore e faça manha, ainda que soluce e estique um biquinho.

    Ainda que se zangue e esfregando os olhos insones pule com muita força sem parar.

 

    Sonhos são caros de se comprar.

    Cansa de tanto saltar, cair e empilhar livros pesados.

    Senta-se apoiando cotovelos sobre joelhos.

    Até então um bocejo chegar anunciando os sonhos que virão.

 

    Ela sonha em ser grande, mas apenas crianças sonham.

 

Ana Carolina Grignet.



Escrito por Ana Carolina às 21h06
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"aham"

Fui para tão distante enquanto conversávamos que só depois de alguns minutos eu reparei que eu por pura osmose concordava, balançando a cabeça para cima e para baixo, positivamente.

Olhando as pontas de cada um dos meus dedos eu tratava de me preocupar com a diferença de tamanho entre as minhas unhas.

As vezes te olhava e você falava e falava.

Você tanto falava e se explicava! Devia ter visto sua cara!

Contando-me sobre algo absurdamente entediante, embora muito te demonstrasses animado, gesticulando com as mãos de um lado para o outro, desenhava formas distraídas pelo ar com a palma e os dedos unidos, como se quisesse capturar a minha atenção que, naquele momento, voara para longe.

Abria cada vez mais os olhos à medida que ias perdendo o fôlego de tanto algo me contar.

Eu te olhei e você falava e falava, enquanto eu,

concordava e concordava: -aham.

 

[Ana Carolina Grignet] - "aham"



Escrito por Ana Carolina às 20h46
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São Paulo, sexta-feira.

"Hoje morreu o desespero."- ele disse antes de qualquer saludo, com um par de olhos estranhamente decepcionados.

Nem a fagulha de nervosismo restou em meu semblânte.

Está tudo tranquilo agora. Tão tranquilo agora.

As mãos que outrora se esfregavam ansiosas se aquietaram, para a minha surpresa.

É a doçura da segurança que agora sinto envolvendo-me o corpo, mente, e coração.

Ou é o tédio causado pela ausência, e também vem com a sua companhia; distância e proximidade.

Eu acho que amo, penso que você me completou, não vê como isso me deixa melancolando pelos cantos?

 Sinto você mesmo quando não estás comigo e isso assusta.

Eu não sei o que faço, quero ir embora e você vem sempre comigo de alguma maneira que não sei explicar.

Quero que vá também, mas de alguma maneira que não sei explicar, não te deixo ir.

Você me deixou louco, ou são.

Você é a enfermidade e a enfermeira.

-Como faço pra me livrar de você? - ela o interrompeu.

-Eu não sei.

[ana carolina grignet]



Escrito por Ana Carolina às 10h30
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Escrito por Ana Carolina às 17h30
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São Paulo, fevereiro - 28 do ano de 2008.

Eu observo pessoas pequenas tentando compreender o infinito,com a cabeça inclinada ao céus, levam o dedo indicador a boca entre aberta, fazem em seguida uma cara séria e revelam o absoluto.

Algumas criam um passado improvável e o estudam como se tivessem assistido a ordem dos fatos ao longo de séculos e gigantescas tranformações (parece piada).

Outras preferem ler contos, lendas e mitos, e com a mesma intensidade acreditam, são da mesma cega maneira fiéis ao que lhes conforta crer.

Somos mesmo tão pequenos! Nem ao menos entendemos o valor das coisas, e colocando tanta atenção em histórias, contos, ou meras improvabilidades a se desvendar acabamos por esquecer o que há de mais belo.

Esquecemos de sentir o sabor da energia que nos banha a luz da lua, a cada brisa fresca e pura.

 

 

Eu só sei que não sei de quase nada.

E se há alguma maneira de aprender algo sobre esta dita energia, acredito que não é discutir e/ou passar horas na tentativa de defender tese alguma.

 Abrir os olhos e pegar a estrada, seguindo sempre o rumo da intuição.

"-Afinal o que aconteceu com todo o mix de sensações que antes havia?"

"-Estão travando um debate entre o certo e o errado,

entre o absurdo e o pecado."

Eu não quero torcer para um time, ou defender algum estudo,  ou levantar uma bandeira e causar um estardalhaço.

Eu quero me entregar ao que eu entendo como belo, e a beleza , ao meu entender, está em cada detalhe de cada pétala em cada um dos cantos florados.

Pelo amor de George W. Bush sobre o dinheiro, o capitalismo e a guerra! Será que alguém entendeu algo sobre o que eu escrevi!?????

*O termo "ateu" não cabe a mim, assim como os termos "fiél" ou "cristã" tão pouco me servem como rótulo. É difícil explicar, eu conheço o meu deus, ou seja lá qual for o nome que se dá pra isso, e é a ele que amo, a ele que confio, e a ele que preservo. Eu sou deus.*

 

 http://www.youtube.com/watch?v=pgk360PZJ7w

Musiquinha pra distrair a cuca.... Namastê :)

[Ana Carolina Grignet.]



Escrito por Ana Carolina às 13h28
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São Paulo, 26 de fevereiro do ano de 2008.

 

"Sua"

 

Você me bate à porta

Eu te deixo entrar

E vira, revira, me encontra...

Explora...permito explorar.

 

Mexe e remexe por dentro

Já me conhece

Meu dentro,

Decorou o caminho

Ida e volta.

Sabe tocar

Toca...Olha

Sorri e me provoca.

Me vira de ponta cabeça....Bagunça

Serve à mesa e me faz profunda

Sabe que eu sou sua

Pura, Vestida

Puta, Atrevida.

Sua, eu sou.

[Ana Carolina Grignet]

 

 

Pessoal, agora estou começando a escrever contos eróticos, sim, creiam vocês ou não.

O que me deixa meio intrigada é:

1) Posto eles aqui mesmo ou faço outro site só para eles?

2)Crio personagens fixos, repetindo os nomes e características , ou faço cada dia um diferente?

3) Aliás, vocês acham que eu deveria seguir postando ou já devo me aposentar desta vida de blogueira amadora?

Por favor, respondam-me com sinceridade!

Eu muito aprecio as críticas contrutivas e maldosas também! rs

Até o próximo post!

 



Escrito por Ana Carolina às 00h04
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São Paulo, 20 de fevereiro do ano de 2008.

Eis que estava agora por revirar algumas gavetas, nenhum motivo em especial, ( apenas buscava um saquinho de incenso, que aliás não encontrei) há muito que não fazia isso, acabei encontrando coisas muito-MUITO-muito antigas, coisas que escrevi e recebi também.

Entre outros muitos dos textos, vou postar um que apropósito estava na primeira folha de um de meus cadernos do ginásio (5° séria para ser mais exata), creio ter sido um dos primeiros que escrevi, e tive coragem de mostrar a uma amiga, que me enchendo de comentários construtivos e também sinceros me incentivou, e apartir de então, escrevi em muitas outras folhas, mesas, mãos, pedacinhos de qualquer coisa, um recorte qualquer. Escrever é como um vício, tal como ler é para mim igualmente prazeroso. O problema é que não tem título, mas quem precisa deles? rs.

Apesar do texto ser um tanto quanto sinistro... eram bons tempos.

Além disso, volto a dizer, meus textos nem sempre revelam a mim como um de seus personagens, este é um bom exemplo, sendo o personagem pivô um homem.

De repente eu me senti leve
Senti que poderia voar, foi uma sensação incrível, coisa que nunca poderia imaginar.
Chamei Lúcia, que estava ao lado, e ela nem sorrir sorriu.

Todos olhavam um corpo, era de um homem morto, estavam muito perto dele e não pude ver seu rosto.
Mas por que eu me sentia estranho?
Por que eu falava tanto e ninguém me ouvia?

Ninguém ligava pra mim, eu parecia um estranho, um carneiro novo perdido em outro rebanho.

Depois de algum tempo consegui ver seu rosto.

Aquele corpo era meu e eu estava morto.

[Ana Carolina Grignet]


 



Escrito por Ana Carolina às 13h57
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São Paulo, 18 fevereiro de 2008.

Acostumou-se a se ver insatisfeita com o ar que entrava e saía de seus pulmões, e dar menos importância à própria existência, do que deveria.

Em sua boa o frescor inocente já não mais habita, suas mãos trêmulas - deixam o desespero vir à tona. Totalmente dopada por seus amigos imaginários.

Nua, completamente perdida em seus próprios labirintos psicológicos... Psicóticos, psicodélicos, outrora felizes agora desbotados.

Arrepende-se quando sóbria, de um dia haver acreditado ser legal, ou divertido, perder o controle.

Seus olhos, manchados pelos lápis escuro, tentam esconder-se atrás de pálpebras preguiçosas, mas ela sente medo, e por isso quase não dorme.

É autrodestruição, mas já tornou-se rotina.

[Ana Carolina Grignet]

(Apesar do texto ser pra lá de deprê, eu estou super bem... só pra deixar claro, rs, eu chamo isso de criatividade, não necessáriamente auto-retrato, como tantas vezes eu já fiz aqui.)



Escrito por Ana Carolina às 01h06
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São Paulo, 15 de fevereiro - 2008.

 

Pensar em nós é realmente urgência

Ou mero perfeccionismo...

Saber que o ser humano combine caverna e paraíso

E trafego assim indeciso entre a piedade e o egoísmo.

Parece que não se aprende a lição da sinceridade

E tudo o que for humanidade

Hospeda também partículas da maldade.

A mão que salva do perigo

É a mesma que aperta o gatilho.

Todo mundo querendo o bem do universo

Mesmo sendo o próprio anjo inverso.

Cada gesto, jeito, passo e sentimento

Traz grandeza e anomalia

Cada novo pensamento está

Soturnamente iluminado.

Ninguém consegue esconder a gana pelo prazer

Feito culpa e delírio

E ninguém sabe muito bem

Por que a senha do mundo

É um palavrão

Suavizado na voz de uma mulher.

(Texto:natureza singular). - mas o quadro é de Frida Kahlo, esta señorita me arrepiiia! 

Ana Carolina Grignet Serafim.



Escrito por Ana Carolina às 18h20
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São Paulo, 14 de fevereiro do ano de 2008.

{En el mundo hay mucho más!}

En el mundo hay mucho más que inútiles mapas viejos

que no saben de aventuras y no conocen el riesgo.

En el mundo hay mucho más que lo que conocemos..hay secretos por develar en caminos nuevos...

En el mundo hay mucho más que lo que el suelo que pisamos,

más de lo que ven los ojos, y pueden tocar las manos.

 

En el mundo hay mucho más!!

Hay cosas que ni soñamos, fronteras desconocidas en horizontes lejanos...

[[ Así me lo escribió mamá, hace muuucho tiempo, y traté ahora de recordar.]]

(Para los enamorados: Felíz día de San Valentin!)

 



Escrito por Ana Carolina às 21h10
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São Paulo, 26 de janeiro de 2008 - sábado 03:56 da manhã.

 

Hoje eu observei as folhas secas que, cansadas de prenderem-se as copas de galhos, estiraram-se na grama descansando aliviadas de daquela estúpida rotina de olhar sempre para baixo e passaram a admirar o céu, imaginando desenhos em nuvens, tal como nunca teriam feito se não houvesse existido a tal insatisfação.

E é por isso que eu me inquieto toda quando ela chega. A insatisfação é bom estímulo para modificação de alguma espécie de ciclo que se desencadeia ao longo dos dias (dias longos, diga-se por passagem)- também conhecida como rotina ou tédio.

E é em noites silenciosas como esta que observo tudo em volta. Fico pensando no fim que as historinhas tomam, nos caminhos pelos quais passamos e então mudamos o percurso. Muitas vezes é doloroza a mudança, como a morte é para os vivos, e muitas vezes é linda tal como a morte seria apetitosamente atrativa como uma vaga aberta para um novo tripulante à este louca viagem a qual chamamos de vida.

 

Os olhos das pessoas que amava se encerarram e com eles morreu a vida de seus sonhos.

E todos os melhores sentimentos que algum dia  provei se acabaram.

Os sorrisos que se converteram em lágrimas.

Os amores mais eternos que simplesmente me perderam a graça, um a um, caindo ao relento esquecido.

As minhas músicas preferidas que já não tem mais a mesma beleza.

Os meus melhores amigos se tornando de novo desconhecidos.

Quando o entusiasmo da descoberta se distrai e o tédio toma conta e envolve tudo. É quando me sinto completa que descubro que estar satisfeita é algo realmente chato.

Ah eu me vejo tão inquieta, TÃO inquieta!

Eu busco algo realmente vivo, contanto que não seja eterno.

 

 

PS: Gentem, Brigada pelos comentários, muito mesmo, eu nunca mais passei este blog para ngm, já faz um ano mais ou menos que eu deixei ele cair no esquecimento, digamos que eu estivesse entediada (risos). Mas agora vejo que ainda recebo visitas, comentários, e pessoas me deixando recado no orkut falando sobre meus textos (suuuuuuper antigos), me surpreendendo sempre com o povo que acessa meu blog e com a paciencia que vocês tem para ler tudo o que eu escrevo :)

Agora tem um tal de sobrevivente que diz que me conhece, Senhor Sobrevivente identifique-se! é uma ordem hehehee...

Brigada mesmo gentê.

Beijos e boa leitura sempre!

ah, tem link para quem quiser ler os contos de um amigo meu, o Pornógrafo, para quem sabe apreciar esse tipo de leitura é super bacana, e ele responde os comentários dele um por um! (haja paciencia! não é desleixado como eu).

o link tá aí : http://pornografo.wordpress.com/

Ana Carolina Grignet.

 



Escrito por Ana Carolina às 04h02
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São Paulo, 06 de jan. 2008.

 

[triiim...triiim]

-Alô.

* Alô, é o rato?

- Sim é o rato, e você quem é?

*É o tubarão.

-O que é?

*Eu quero falar com você, o que você está fazendo agora?

-Eu tô no telefone.

*Ahm, eu te ligo depois então, quando você não estiver mais no telefone.

-Não estou NO telefone, eu estou falando AO telefone.

*Ok, quando você tiver tempo para falar comigo me liga, tá?

-Tá.

*Okay, tchau.

-Tchau.

[triiim...triiim]

*Alô.

-Alô, tubarão?

*Sim, sou eu.

-Aqui quem fala é o rato. O que você queria?

*Eu...é...eu...

-O que foi? está ocupado?

*É eu estou no telefone.

-Ah, você não tinha dito pra eu ligar?

*Eu não sei do que você está falando...

- Eu estou falando com você, o que você quer de mim?

*Eu não consigo pensar direito agora rato, eu estou caonfuso.

-Tá, quando você voltar para casa me ligue então, ok?

*Rato, eu estou na minha casa.

-Mas você disse que...

*Rato, eu estou AO telefone e não NO telefone, o telefone fica aqui na minha casa. Você entende agora?

-Oh, agora entendo... Mas de qualquer maneira, ligue quando sair do telefone, okay?

*Tá.

------------------------------------------------------B

[triiim...triiim]

Rato: -Que cara chato!



Escrito por Ana Carolina às 12h41
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